COMENTÁRIOS III
Todas as coisas se encadeiam entre si e sua conexão é sagrada, e nenhuma coisa é estranha à outra, pois todas foram ordenadas juntas e contribuem junto para a bela ordenação do mundo. Com efeito, uno é o mundo que compõem todas as coisas; uno o Deus que está em toda parte; uma a substância; una a lei; una a razão comum a todos os seres racionais; una a verdade; pois também é a perfeição dos seres da mesma família e partícipes da mesma razão.
Marco Aurélio
Para efeito de compreensão de todo o texto acima apresentado, vou seccioná-lo com o fim de facilitar minha digressão e o entendimento dos leitores.
1. Todas as coisas se encadeiam entre si e sua conexão é sagrada, e nenhuma coisa é estranha à outra.
Desde o momento que modernamente os físicos quânticos entenderam que o universo é uma massa homogênea de energia e somente de energia são feitas todas as coisas no universo, podemos dizer que há uma conexão entre todas elas e que sua conexão é sagrada, pois, tudo é produzido por uma única mente: A Mente Divina. Por suposto nenhuma coisa pode ser estranha à outra. Daí que no entendimento desses físicos quânticos é de que tudo é uno e composto da mesma energia, cujas manifestações são diferentes, tendo em vista apenas à sua forma de manifestação.
Semelhante idéia também é encontrada em todos os textos sagrados das antigas religiões da Índia, China e Egito. Desde os Vedas, os Upanishads, Baghavad Gita, literaturas do Taoísmo de Lao Tse a Confúcio e a maravilhosa ciência encontrada no Egito Antigo, sem falar na filosofia Grega antiga, todos atestam a mesma plataforma de conhecimentos.
2. pois todas foram ordenadas juntas e contribuem junto para a bela ordenação do mundo.
De acordo com as antiqüíssimas filosofias dos povos antigos, todas as leis de que depende o universo (ou multiverso como querem as teorias mais modernas), para o seu funcionamento e expressão foram ordenadas num mesmo momento. Portanto, podemos ver que até as exceções (se elas existem) foram concebidas em seu início. E isto constitui para nós a bela ordenação deste mundo para o qual não temos explicação.
3. Com efeito, uno é o mundo que compõem todas as coisas;
Ainda não apareceu ninguém que pudesse cogitar de qualquer divisão ou secção neste mundo que é composto de todas as coisas. Hoje, através de cálculos bem aproximados, sabe a ciência que nosso Universo teria surgido a apenas 13 bilhões e 400 milhões de anos. Fantástica cifra que não cabe geralmente em nossas cabeças. Nessa escala de bilhões de anos, o aparecimento da vida como a entendemos e o homem em conseqüência, só tomam forma nos últimos minutos dessa grande aventura. Tudo segue numa linha do tempo que não permite divisões.
4. uno o Deus que está em toda parte;
Com toda a dimensão que se possa calcular que o nosso universo tenha e o tempo de sua duração, nenhum desvairado seria capaz de contradizer de que ele só poderia ser criado por uma única energia, ou seja. a energia denominada Deus. Para as mais avançadas teorias sobre a criação do universo a partir do “big bang”, há apenas um feixe de energias pairando na manifestação universal.
5. una a substância
Ora, segundo as mais variadas e profundas meditações sobre a existência de uma substância que esteja por trás da manifestação de qualquer objeto, desde a filosofia grega antiga, até nossos dias, podemos imaginar a existência de uma única energia que está subjacente a qualquer tipo de manifestação. Os físicos atômicos modernos, quando empreenderam múltiplas subdivisões no átomo, chegaram num ponto onde não mais existia qualquer vestígio de matéria. Foi aí, neste mesmo ponto, que alguns começaram a cogitar na existência de algo muito poderoso por trás da manifestação material, chegando mesmo alguns a suspeitar da existência de uma inteligência transcendental responsável pelos fenômenos da existência.
6. una a lei
Daí se pode entrever que sendo a lei una, ela estará a serviço de todo o universo enquanto ele estiver manifestado, bem como de uma forma até compreensível, além de sua própria manifestação. Se houvesse, por acaso, uma quebra nessa lei, o mesmo deixaria de ser o que é para se constituir num jogo de alguma mente muito poderosa mas de todo irresponsável. Einstein mesmo expressou que Deus não joga dados com o universo. Sábias palavras. Deus não está fazendo uma experiência com o universo, está tão somente proporcionando-lhe uma coerente manifestação.
Por outro lado, a todo o momento, é o homem que está sempre tentando quebrar essa lei através de exdrúxulas organizações religiosas que ao dominarem a mente humana numa seqüência de superstições, e para manter o seu perpétuo e desejoso poder, cristalizaram numa necessidade de se fazerem intermediárias entre o homem e Deus, a possibilidade do comércio do tipo: concede-me tal graça que eu da minha parte farei tais obras ou penitências. Vejam no que deu a venda das indulgências no século XVI, com a divisão do cristianismo até então monolítico.
7. una a razão comum a todos os seres racionais
Todos os seres racionais possuem uma razão que é comum a todos. Portanto, a irracionalidade tão propagada hoje em dia para alguns tipos de atitude, reflete apenas um pensamento distorcido, capaz de formular idéias falsas e inconclusivas (veja nosso artigo anterior). Se serenamente apelarmos para o nosso poder de usar a razão em todas as situações que vivemos e enfrentamos, seremos capazes de encontrar uma solução ou uma via a seguir. Somente aqueles cuja mente instalada em cérebros defeituosos, não são capazes de usar o seu poder de raciocínio.
8. una a verdade
No universo em que vivemos só existe uma verdade. Se nós não conseguimos ainda atingi-la é porque vivemos no emaranhado de nossas verdades relativas, onde cada um quer de qualquer maneira ser dono da verdade. A verdade é uma e só se alcança através da sabedoria, que é apanágio de seres especiais que viveram (ou vivem) uma vida dedicada à sua descoberta.
9. pois também é a perfeição dos seres da mesma família e partícipes da mesma razão.
Portanto, podemos inferir que todos nós membros da família humana, somos seres perfeitos para usar a mesma razão de que somos portadores. Os animais possuem o instinto que lhes dita os comportamentos a seguir. Por isso neles notamos um padrão que pode ser previsto. No caso dos seres humanos, o uso da razão é distribuído de forma equânime, ficando, entretanto, cada um na responsabilidade do uso mais adequado desse equipamento tão necessário em todos os tempos e hoje mais ainda, quando o mundo se tornou tão multifacetado.
(Eu pensando em como o homem moderno é irracional)
segunda-feira, 9 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
MENSAGEM DAS 2ªAS FEIRAS
COMENTÁRIOS II
Sua inteligência será tal qual suas idéias habituais, pois a alma se impregna de tais idéias.
Marco Aurélio
O mundo familiar, escolar, de trabalho, religioso e societário, nos enche de idéias. Além dessas nos vêm aquelas que decorrem de nossos “hobbies” e lazeres, jornais, revistas, televisão, etc e isso constitui e forma nossos pensamentos diários.
Com o tempo formamos hábitos que são resultados à partir de pensamentos que formam blocos de idéias que todo esse ambiente nos proporciona. E dessas idéias e hábitos, formamos finalmente nosso caráter.
Os pensamentos e emoções expressam nossas atitudes básicas para com o mundo – como nos relacionamos com ele – e formam um ambiente, um reino de fantasia e que vivemos.
Esse bloco monolítico que forma nosso caráter, quando atuando como tal é um processo que é transferido ao nosso inconsciente e daí comanda o fluxo de nossas ações de forma automática.
Não pensamos para dar respostas porque elas já estão prontas em nossa mente decorrente do hábito. As palavras ou os conceitos apenas apontam para aspectos parciais da experiência. Reagimos às idéias alheias, à partir do nosso estoque de idéias, sem, na maioria das vezes examinar o que o outro realmente está querendo nos dizer.
Tudo que lemos, inclusive livros, são por nós interpretados segundo nossas idéias. Como é difícil mudar de idéia! Elas estão tão impregnadas em nós, fazem tanto parte de nós, que se abdicarmos de alguma ou substituí-la por outra, parece que perdemos uma parte de nós mesmos.
Todas as pessoas que cultuam alguma religião, por exemplo, têm uma idéia para onde vão depois da morte. No entanto, ninguém tem certeza. Uns são mais radicais, outros menos, mas e daí?
Todos nós, via de regra, pensamos no futuro como um fluxo de idéias que decorre, paradoxalmente não do presente, mas sim do passado. Se nós examinarmos bem, o passado é sempre um fluxo de idéias, que aliás, como Psicanalista bem sabemos, nem tanto reflete o vivido, mas muitas vezes o que se desejou viver.
Estamos sempre pensando em como seria nosso presente, se em algum momento de nosso passado tivéssemos agido diferente, escolhido uma carreira diferente, escolhido o(a) parceiro(a) diferente, etc. Isso é o normal para todas as pessoas que são escravas de seus hábitos. Não há como fugir a esse tipo de atitude. Poucas são as pessoas que pensam no agora e agem conforme estão efetivamente vivendo.
Vemos, automaticamente, a nossa versão do objeto em lugar de vê-lo realmente como é. Ficamos, então, satisfeitos porque fabricamos nossa própria versão da coisa dentro de nós mesmos. Em seguida tecemos comentários, pegamos ou rejeitamos, mas não há nisso nenhuma comunicação verdadeira.
Algumas pessoas que são do meu círculo ou entram em contato comigo às vezes me perguntam: é possível mudar as idéias, no sentido de melhorar seus conteúdos e formar novos hábitos de pensamento? Eu respondo: claro que sim e não é muito difícil, mas certamente é muito trabalhoso, mas como tudo que é trabalhoso não é bem-vindo, muitas dessas pessoas não querem nem saber como. Mas é muito parecido com uma conversão religiosa. A única diferença é que a conversão religiosa se dá muitas vezes pelo ímpeto. Na conversão das idéias o trabalho é constante, exige paciência, disciplina, muita observação enfrentamento do fracasso e principalmente formação de uma nova rede de pensamentos.
Ninguém pode querer impor idéias novas na cabeça dos outros, como os parágrafos anteriores pode parecer ser o caminho.
O refinamento das idéias pode ser começado por uma leve imersão na filosofia. A filosofia é a própria discussão das idéias. A discussão das idéias filosóficas nos levam a formular novos pensamentos a respeito das coisas e dos eventos.
Depois devemos nos livrar das idéias negativas, como por exemplo, as trágicas notícias diárias que nos vem de todas as mídias. Evitar, tanto quanto possível, saber de notícias negativas ao longo do dia, ajuda a limpar nossa mente.
Em seguida, a leitura diária de textos positivos, tais como: livros texto de algumas organizações religiosas, sejam elas do ocidente ou do oriente, nos ajuda a adquirir uma visão panorâmica do pensamento mundial em termos de espiritualidade.
Formular um código de conduta diário, como por exemplo, a leitura do Livro Meditações de Marco Aurélio. Há outros autores que podem muito bem ser utilizados. A recomendação deste é pelo motivo mais prosaico, as recomendações que ele faz são para ele mesmo observar. É bom lembrar que Marco Aurélio foi Imperador Romano do Iº século de nossa era e pertencia a Escola Filosófica do Estoicismo.
Muitas pessoas pertencentes ao cristianismo em todas as suas versões, usam abrir a Bíblia pela manhã, em qualquer página e ler um trecho. Essa é uma atitude também inspiradora.
Purificar a mente é uma técnica que utiliza várias formas. No entanto, é necessário fazê-lo se quisermos ter pensamentos positivos e construtivos todos os dias, para assim edificar idéias que constituirão nossa inteligência. Essa inteligência é subconsciente, portanto, guarda tudo que nós mandamos para lá e nos devolve quando precisamos. Depois de algum tempo de treinamento, crie sua própria técnica.
Toda a nossa mente de uso diário funciona mais ou menos como um computador. Nosso HD possui somente aquilo que gravamos.
(Eu pensando em como mentes limpas construiriam uma sociedade melhor)
Sua inteligência será tal qual suas idéias habituais, pois a alma se impregna de tais idéias.
Marco Aurélio
O mundo familiar, escolar, de trabalho, religioso e societário, nos enche de idéias. Além dessas nos vêm aquelas que decorrem de nossos “hobbies” e lazeres, jornais, revistas, televisão, etc e isso constitui e forma nossos pensamentos diários.
Com o tempo formamos hábitos que são resultados à partir de pensamentos que formam blocos de idéias que todo esse ambiente nos proporciona. E dessas idéias e hábitos, formamos finalmente nosso caráter.
Os pensamentos e emoções expressam nossas atitudes básicas para com o mundo – como nos relacionamos com ele – e formam um ambiente, um reino de fantasia e que vivemos.
Esse bloco monolítico que forma nosso caráter, quando atuando como tal é um processo que é transferido ao nosso inconsciente e daí comanda o fluxo de nossas ações de forma automática.
Não pensamos para dar respostas porque elas já estão prontas em nossa mente decorrente do hábito. As palavras ou os conceitos apenas apontam para aspectos parciais da experiência. Reagimos às idéias alheias, à partir do nosso estoque de idéias, sem, na maioria das vezes examinar o que o outro realmente está querendo nos dizer.
Tudo que lemos, inclusive livros, são por nós interpretados segundo nossas idéias. Como é difícil mudar de idéia! Elas estão tão impregnadas em nós, fazem tanto parte de nós, que se abdicarmos de alguma ou substituí-la por outra, parece que perdemos uma parte de nós mesmos.
Todas as pessoas que cultuam alguma religião, por exemplo, têm uma idéia para onde vão depois da morte. No entanto, ninguém tem certeza. Uns são mais radicais, outros menos, mas e daí?
Todos nós, via de regra, pensamos no futuro como um fluxo de idéias que decorre, paradoxalmente não do presente, mas sim do passado. Se nós examinarmos bem, o passado é sempre um fluxo de idéias, que aliás, como Psicanalista bem sabemos, nem tanto reflete o vivido, mas muitas vezes o que se desejou viver.
Estamos sempre pensando em como seria nosso presente, se em algum momento de nosso passado tivéssemos agido diferente, escolhido uma carreira diferente, escolhido o(a) parceiro(a) diferente, etc. Isso é o normal para todas as pessoas que são escravas de seus hábitos. Não há como fugir a esse tipo de atitude. Poucas são as pessoas que pensam no agora e agem conforme estão efetivamente vivendo.
Vemos, automaticamente, a nossa versão do objeto em lugar de vê-lo realmente como é. Ficamos, então, satisfeitos porque fabricamos nossa própria versão da coisa dentro de nós mesmos. Em seguida tecemos comentários, pegamos ou rejeitamos, mas não há nisso nenhuma comunicação verdadeira.
Algumas pessoas que são do meu círculo ou entram em contato comigo às vezes me perguntam: é possível mudar as idéias, no sentido de melhorar seus conteúdos e formar novos hábitos de pensamento? Eu respondo: claro que sim e não é muito difícil, mas certamente é muito trabalhoso, mas como tudo que é trabalhoso não é bem-vindo, muitas dessas pessoas não querem nem saber como. Mas é muito parecido com uma conversão religiosa. A única diferença é que a conversão religiosa se dá muitas vezes pelo ímpeto. Na conversão das idéias o trabalho é constante, exige paciência, disciplina, muita observação enfrentamento do fracasso e principalmente formação de uma nova rede de pensamentos.
Ninguém pode querer impor idéias novas na cabeça dos outros, como os parágrafos anteriores pode parecer ser o caminho.
O refinamento das idéias pode ser começado por uma leve imersão na filosofia. A filosofia é a própria discussão das idéias. A discussão das idéias filosóficas nos levam a formular novos pensamentos a respeito das coisas e dos eventos.
Depois devemos nos livrar das idéias negativas, como por exemplo, as trágicas notícias diárias que nos vem de todas as mídias. Evitar, tanto quanto possível, saber de notícias negativas ao longo do dia, ajuda a limpar nossa mente.
Em seguida, a leitura diária de textos positivos, tais como: livros texto de algumas organizações religiosas, sejam elas do ocidente ou do oriente, nos ajuda a adquirir uma visão panorâmica do pensamento mundial em termos de espiritualidade.
Formular um código de conduta diário, como por exemplo, a leitura do Livro Meditações de Marco Aurélio. Há outros autores que podem muito bem ser utilizados. A recomendação deste é pelo motivo mais prosaico, as recomendações que ele faz são para ele mesmo observar. É bom lembrar que Marco Aurélio foi Imperador Romano do Iº século de nossa era e pertencia a Escola Filosófica do Estoicismo.
Muitas pessoas pertencentes ao cristianismo em todas as suas versões, usam abrir a Bíblia pela manhã, em qualquer página e ler um trecho. Essa é uma atitude também inspiradora.
Purificar a mente é uma técnica que utiliza várias formas. No entanto, é necessário fazê-lo se quisermos ter pensamentos positivos e construtivos todos os dias, para assim edificar idéias que constituirão nossa inteligência. Essa inteligência é subconsciente, portanto, guarda tudo que nós mandamos para lá e nos devolve quando precisamos. Depois de algum tempo de treinamento, crie sua própria técnica.
Toda a nossa mente de uso diário funciona mais ou menos como um computador. Nosso HD possui somente aquilo que gravamos.
(Eu pensando em como mentes limpas construiriam uma sociedade melhor)
segunda-feira, 25 de abril de 2011
MENSAGEM DAS 2ªAS FEIRAS
COMENTÁRIOS I
Pequena Introdução
Hoje inicio uma série de comentários que estão baseados nos escritos de Marco Aurélio, Imperador Romano do I século, que pertencendo a Escola de Filósofos Estóicos, e tendo que permanecer quase todo o tempo de seu reinado dirigindo os seus exércitos na expulsão dos bárbaros que tentaram todo o tempo invadir seus domínios, em seus momentos de descanso escreveu várias mensagens que curiosamente eram dirigidas a sí mesmo, como forma de normatizar o seu comportamento, consoante a filosofia que seguia. Daí surgirem as Meditações, livro que reúne os seus pensamentos.
Os comentários que elaborei estão calcados em todo o arcabouço de meu conhecimento reunido em 50 (cinqüenta) anos de estudos, de todas as áreas em que consegui penetrar e entender.
Os ditos de Marco Aurélio, sempre serão colocados à direita, iniciando o artigo, em itálico.
Quando a força das circunstâncias te deixa desamparado, recobra depressa o autocontrole e não te mantenhas fora de ordem mais que o necessário. O costume de estar em harmonia aumentará tua adesão a ela.
Marco Aurélio
Estas palavras englobam tudo aquilo a que nós podemos nos referenciar, tendo como base a Filosofia, a Psicanálise e a Psicologia. Quantas vezes por dia, se nos observarmos bem, as circunstâncias nos deixam desamparados, e ainda por cima por poucas coisas que acontecem à nossa volta.
Se observarmos bem, verificamos que o dito não diz para não ficarmos desamparados, até porque, isso, no nosso dia a dia é totalmente impossível. Haverá momentos em que num átimo de segundo, já nos vemos engolfados pela, raiva, pelo desalento e pelo desamparo que tais momentos nos proporcionam.
Se eu me referenciar à Filosofia Oriental, vou verificar que os mestres de lá nos recomendam deixar que a raiva venha, que o ódio venha, que a mágoa venha. Que estando passando por esses estados, cuide eu de observá-los, tão de perto quanto possível, até que eles se desvaneçam e se tornem imperceptíveis, e assim voltamos ao estado de equilíbrio. Só que com esses exercícios eu aprendo a ver o mal que esses estados me fazem e pouco a pouco vou evitando passar por eles e com o tempo a vencê-los, mesmo antes que apareçam.
Sabemos depois de Freud, que quem realmente nos governa é o Inconsciente, a partir do que nele foi originalmente depositado (antes de nascermos), e depois ao longo de toda a nossa existência, por nós mesmos. Esse poderoso agente pode, em circunstâncias várias ser nosso amigo ou inimigo. É bom que todos saibam que, todos os nossos pensamentos, palavras e obras, ficam gravados em nosso inconsciente, como se fosse o HD de um computador. Daí que muitas de nossas ações, na prática, são automatizadas.
Coincidentemente, Jesus, o Cristo, em uma de suas citações bíblicas (não referencio agora porque não me lembro) diz: “Vós sereis julgados por vossos pensamentos, palavras e obras”. Ora fica claro a partir de então que o exercício de nosso controle cotidiano com referência às nossas emoções, é de suma importância tanto para nossa saúde psíquica, quanto física.
Na medida em que encaminho ao Inconsciente uma forma de ser, ele, obedientemente grava para futuras referências. Quando elas se tornam freqüentes ou de longa duração são automatizadas.
Na Escola Estóica de Marco Aurélio, aprendia-se a respeitar o destino, a dor e o prazer. Aprendia-se a respeitar o destino porque revoltar-se contra ele provoca todo tipo de dor e desamparo. Para os Estóicos, o destino é soberano e temos que sorvê-lo, gota a gota.
No nosso dia a dia, também enfrentamos condições que não podemos mudar. E agora, que fazer? Lutar com elas ou deixá-las passar? O certo é que elas nos deixam desalentados por não possuirmos conhecimentos suficientes para lidar com elas. Vem em seguida o desalento, depois a depressão e depois, conforme o caso, muita tristeza e sensação de fracasso.
Não abriguemos tais desalentos, recobremos nossa serenidade rapidamente, quanto possível, na certeza de que o destino nos prova a cada instante. Curiosamente, na medida em que volvemos à harmonia perdida, condicionamos nosso inconsciente a não perder tempo com os desajustes da vida, proporcionando assim, um maior tempo harmoniosamente vivido e vamos notar também que, na medida em que mais e mais tempo vivemos em harmonia, menos desalentos acontecem e curiosamente, que, os problemas que ativaram nossos desajustes são resolvidos como por encanto, sem nossa ação consciente.
Portanto, a harmonia cotidiana em todos os minutos de nossa vida nos garante saúde e vitalidade.
(Eu pensando em que viver também é uma ciência)
Pequena Introdução
Hoje inicio uma série de comentários que estão baseados nos escritos de Marco Aurélio, Imperador Romano do I século, que pertencendo a Escola de Filósofos Estóicos, e tendo que permanecer quase todo o tempo de seu reinado dirigindo os seus exércitos na expulsão dos bárbaros que tentaram todo o tempo invadir seus domínios, em seus momentos de descanso escreveu várias mensagens que curiosamente eram dirigidas a sí mesmo, como forma de normatizar o seu comportamento, consoante a filosofia que seguia. Daí surgirem as Meditações, livro que reúne os seus pensamentos.
Os comentários que elaborei estão calcados em todo o arcabouço de meu conhecimento reunido em 50 (cinqüenta) anos de estudos, de todas as áreas em que consegui penetrar e entender.
Os ditos de Marco Aurélio, sempre serão colocados à direita, iniciando o artigo, em itálico.
Quando a força das circunstâncias te deixa desamparado, recobra depressa o autocontrole e não te mantenhas fora de ordem mais que o necessário. O costume de estar em harmonia aumentará tua adesão a ela.
Marco Aurélio
Estas palavras englobam tudo aquilo a que nós podemos nos referenciar, tendo como base a Filosofia, a Psicanálise e a Psicologia. Quantas vezes por dia, se nos observarmos bem, as circunstâncias nos deixam desamparados, e ainda por cima por poucas coisas que acontecem à nossa volta.
Se observarmos bem, verificamos que o dito não diz para não ficarmos desamparados, até porque, isso, no nosso dia a dia é totalmente impossível. Haverá momentos em que num átimo de segundo, já nos vemos engolfados pela, raiva, pelo desalento e pelo desamparo que tais momentos nos proporcionam.
Se eu me referenciar à Filosofia Oriental, vou verificar que os mestres de lá nos recomendam deixar que a raiva venha, que o ódio venha, que a mágoa venha. Que estando passando por esses estados, cuide eu de observá-los, tão de perto quanto possível, até que eles se desvaneçam e se tornem imperceptíveis, e assim voltamos ao estado de equilíbrio. Só que com esses exercícios eu aprendo a ver o mal que esses estados me fazem e pouco a pouco vou evitando passar por eles e com o tempo a vencê-los, mesmo antes que apareçam.
Sabemos depois de Freud, que quem realmente nos governa é o Inconsciente, a partir do que nele foi originalmente depositado (antes de nascermos), e depois ao longo de toda a nossa existência, por nós mesmos. Esse poderoso agente pode, em circunstâncias várias ser nosso amigo ou inimigo. É bom que todos saibam que, todos os nossos pensamentos, palavras e obras, ficam gravados em nosso inconsciente, como se fosse o HD de um computador. Daí que muitas de nossas ações, na prática, são automatizadas.
Coincidentemente, Jesus, o Cristo, em uma de suas citações bíblicas (não referencio agora porque não me lembro) diz: “Vós sereis julgados por vossos pensamentos, palavras e obras”. Ora fica claro a partir de então que o exercício de nosso controle cotidiano com referência às nossas emoções, é de suma importância tanto para nossa saúde psíquica, quanto física.
Na medida em que encaminho ao Inconsciente uma forma de ser, ele, obedientemente grava para futuras referências. Quando elas se tornam freqüentes ou de longa duração são automatizadas.
Na Escola Estóica de Marco Aurélio, aprendia-se a respeitar o destino, a dor e o prazer. Aprendia-se a respeitar o destino porque revoltar-se contra ele provoca todo tipo de dor e desamparo. Para os Estóicos, o destino é soberano e temos que sorvê-lo, gota a gota.
No nosso dia a dia, também enfrentamos condições que não podemos mudar. E agora, que fazer? Lutar com elas ou deixá-las passar? O certo é que elas nos deixam desalentados por não possuirmos conhecimentos suficientes para lidar com elas. Vem em seguida o desalento, depois a depressão e depois, conforme o caso, muita tristeza e sensação de fracasso.
Não abriguemos tais desalentos, recobremos nossa serenidade rapidamente, quanto possível, na certeza de que o destino nos prova a cada instante. Curiosamente, na medida em que volvemos à harmonia perdida, condicionamos nosso inconsciente a não perder tempo com os desajustes da vida, proporcionando assim, um maior tempo harmoniosamente vivido e vamos notar também que, na medida em que mais e mais tempo vivemos em harmonia, menos desalentos acontecem e curiosamente, que, os problemas que ativaram nossos desajustes são resolvidos como por encanto, sem nossa ação consciente.
Portanto, a harmonia cotidiana em todos os minutos de nossa vida nos garante saúde e vitalidade.
(Eu pensando em que viver também é uma ciência)
segunda-feira, 18 de abril de 2011
MENSAGEM DAS 2ªAS FEIRAS
RUMINAÇÕES
Sou um ruminante. As pessoas que me conhecem e estão mais perto de mim sabem que sou um ruminante. Como amigo do saber (tradução de filósofo), não posso aceitar pacificamente as coisas erradas que cotidianamente nos acontece ver nas ações humanas (principalmente dos políticos e governantes), muito embora de qualquer forma me sejam postas guela abaixo, sem que eu possa individualmente reagir, mas calar nunca.
Volto nessa mensagem ao fato recentemente acontecido da votação da Lei da Ficha Limpa (coisa de que o brasileiro já se esqueceu) para fazer uma análise inquietante e que julgo de importância crucial para o futuro deste país.
Não sou e jamais seria contra essa lei se ela atendesse à época ao que determina a Constituição Federal. Mas ela a feriu mesmo antes de ser promulgada, quando votada por um Congresso inepto e que não sabe, via de regra, o que está fazendo, pois cada um de seus integrantes só está lá para trabalhar para seus próprios interesses. Errou o iluminado governante da nação à época ao promulgá-la, o que gerou toda uma discussão que só teve o mérito de nos mostrar como alguns de nossos juristas detentores de altos cargos da Magistratura são também ineptos e não deveriam estar onde estão.
Se a constituição é a lei maior, jamais poderia haver qualquer discussão quanto ao seu cumprimento. Deveria ser pacífico o entendimento de que tal lei não poderia vigorar à força, como na realidade queriam os mais interessados.
Já è época, o Ministro do STF Gilmar Mendes assim se referia, entre outros ditos: “O ministro Gilmar Mendes foi o autor do voto mais crítico à aplicação da Lei da Ficha Limpa este ano. Ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro disse que a Lei é "casuística" e que foi aprovada para "vencer eleição no tapetão".
Muito bem! Ainda existia alguém enxergando as coisas da forma correta. Mas o que é que na verdade aconteceu? Não tínhamos um ministro para desempate e a lei venceu temporariamente com prejuízo inequívo para alguns candidatos já em disputa, com o favorecimento a outros que de larga experiência sabíamos que não seriam vencedores, e foram.
Agora, com a nomeação do 11º Ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux,
finalmente tivemos o desfecho que era necessário ter tido em 2010.
Bom, mas porque estou falando isso. Vejamos:
Como bons cidadãos desta pátria, devemos saber que o Supremo Tribunal Federal é o guardião da Constituição. Mas desta vez ele não foi e isso é muito grave. Agora, ruminando, o que na verdade aconteceu.
Ruminando. Ou os Ministros que votaram a favor da vigência da lei em desrespeito à Constituição e, nesse caso foram incompetentes para estarem ali como figuras respeitáveis na decisão de algo tão importante, ou serviram de escudo escuso de uma ação política, como pode bem refletir as palavras do Ministro Gilberto Mendes.
Ora, é voz corrente por aí que vivemos numa democracia, mas esse é um ato muito comum nas ditaduras e foi como ditadura que o governo agiu. Na realidade os políticos do PT (governo incluso) nunca se disseram democratas mas, sim socialistas, contrariando por suposto uma Cláusula Pétrea da Constituição que reza que o regime do país não poderá mudar constitucionalmente.
Ora, se um povo despreparado como o nosso aplaudiu a vigência da Lei da Ficha Limpa nas eleições passadas, é porque ele é na sua grande maioria, um analfabeto jurídico, quando não analfabeto, na crueza do termo, ou analfabeto funcional. Mas sua alegria era inconstitucional.
O perigo em tudo isso fica por conta de que no futuro esse mesmo STF, secundado pelo STE e adjacências (no caso atual), resolve que outros fatos ainda mais importantes e que digam respeito à vida cotidiana do povo, sejam em sua ótica, verdades incontestáveis, mesmo ferindo o texto constitucional, numa atitude ditatorial (como foi essa), sem que nós, povo, possamos reagir de alguma forma.
Num país em que a competência é punida (vide caso da Vale do Rio Doce), que podemos esperar se o caso comentado servir no futuro, de um exemplo a ser novamente aplaudido?
Ainda não aprendemos o que significa DEMOCRACIA. Lamentavelmente, esse é hoje, um termo usado como escudo para ações sorrateiras e que infelizmente, quando a Revista Veja não consegue a tempo revelar, só vamos descobrir daqui a 20 ou trinta anos.
Se Deus é brasileiro como diz a blague, ele tem cochilado e muito e aí que Satanás nos acuda.
(Eu tendo que ser herege à vista de alguns, para reforçar o que precisa ser conscientizado).
Sou um ruminante. As pessoas que me conhecem e estão mais perto de mim sabem que sou um ruminante. Como amigo do saber (tradução de filósofo), não posso aceitar pacificamente as coisas erradas que cotidianamente nos acontece ver nas ações humanas (principalmente dos políticos e governantes), muito embora de qualquer forma me sejam postas guela abaixo, sem que eu possa individualmente reagir, mas calar nunca.
Volto nessa mensagem ao fato recentemente acontecido da votação da Lei da Ficha Limpa (coisa de que o brasileiro já se esqueceu) para fazer uma análise inquietante e que julgo de importância crucial para o futuro deste país.
Não sou e jamais seria contra essa lei se ela atendesse à época ao que determina a Constituição Federal. Mas ela a feriu mesmo antes de ser promulgada, quando votada por um Congresso inepto e que não sabe, via de regra, o que está fazendo, pois cada um de seus integrantes só está lá para trabalhar para seus próprios interesses. Errou o iluminado governante da nação à época ao promulgá-la, o que gerou toda uma discussão que só teve o mérito de nos mostrar como alguns de nossos juristas detentores de altos cargos da Magistratura são também ineptos e não deveriam estar onde estão.
Se a constituição é a lei maior, jamais poderia haver qualquer discussão quanto ao seu cumprimento. Deveria ser pacífico o entendimento de que tal lei não poderia vigorar à força, como na realidade queriam os mais interessados.
Já è época, o Ministro do STF Gilmar Mendes assim se referia, entre outros ditos: “O ministro Gilmar Mendes foi o autor do voto mais crítico à aplicação da Lei da Ficha Limpa este ano. Ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro disse que a Lei é "casuística" e que foi aprovada para "vencer eleição no tapetão".
Muito bem! Ainda existia alguém enxergando as coisas da forma correta. Mas o que é que na verdade aconteceu? Não tínhamos um ministro para desempate e a lei venceu temporariamente com prejuízo inequívo para alguns candidatos já em disputa, com o favorecimento a outros que de larga experiência sabíamos que não seriam vencedores, e foram.
Agora, com a nomeação do 11º Ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux,
finalmente tivemos o desfecho que era necessário ter tido em 2010.
Bom, mas porque estou falando isso. Vejamos:
Como bons cidadãos desta pátria, devemos saber que o Supremo Tribunal Federal é o guardião da Constituição. Mas desta vez ele não foi e isso é muito grave. Agora, ruminando, o que na verdade aconteceu.
Ruminando. Ou os Ministros que votaram a favor da vigência da lei em desrespeito à Constituição e, nesse caso foram incompetentes para estarem ali como figuras respeitáveis na decisão de algo tão importante, ou serviram de escudo escuso de uma ação política, como pode bem refletir as palavras do Ministro Gilberto Mendes.
Ora, é voz corrente por aí que vivemos numa democracia, mas esse é um ato muito comum nas ditaduras e foi como ditadura que o governo agiu. Na realidade os políticos do PT (governo incluso) nunca se disseram democratas mas, sim socialistas, contrariando por suposto uma Cláusula Pétrea da Constituição que reza que o regime do país não poderá mudar constitucionalmente.
Ora, se um povo despreparado como o nosso aplaudiu a vigência da Lei da Ficha Limpa nas eleições passadas, é porque ele é na sua grande maioria, um analfabeto jurídico, quando não analfabeto, na crueza do termo, ou analfabeto funcional. Mas sua alegria era inconstitucional.
O perigo em tudo isso fica por conta de que no futuro esse mesmo STF, secundado pelo STE e adjacências (no caso atual), resolve que outros fatos ainda mais importantes e que digam respeito à vida cotidiana do povo, sejam em sua ótica, verdades incontestáveis, mesmo ferindo o texto constitucional, numa atitude ditatorial (como foi essa), sem que nós, povo, possamos reagir de alguma forma.
Num país em que a competência é punida (vide caso da Vale do Rio Doce), que podemos esperar se o caso comentado servir no futuro, de um exemplo a ser novamente aplaudido?
Ainda não aprendemos o que significa DEMOCRACIA. Lamentavelmente, esse é hoje, um termo usado como escudo para ações sorrateiras e que infelizmente, quando a Revista Veja não consegue a tempo revelar, só vamos descobrir daqui a 20 ou trinta anos.
Se Deus é brasileiro como diz a blague, ele tem cochilado e muito e aí que Satanás nos acuda.
(Eu tendo que ser herege à vista de alguns, para reforçar o que precisa ser conscientizado).
segunda-feira, 4 de abril de 2011
MENSAGEM DAS 2ªAS FEIRAS
OS ANTIGOS SABIAM MAIS DO QUE NÓS – Parte II
Além de estar a Grande Pirâmide no centro geodésico da terra, a mesma encontra-se orientada para os pontos cardeais do planeta. É o verdadeiro divisor de terras e águas, pois, o Meridiano de Greenwich pelo qual nos orientamos na questão dos fusos horários foi arbitrariamente atribuído pela ciência da época, que nada sabia sobre a Grande Pirâmide. Isso nos leva também a atinar com o fato de que esses dados nos levam a crer que os egípcios sabiam que a terra não era plana e sim ovalada e que existiam outras terras e outros mares.
Vimos na primeira parte que a Grande Pirâmide é um monumento estupendo. Agora pasmem vocês. Lembremo-nos de que o povo egípcio antigo tinha o Sol como representante do Deus único na terra. E o que tem a Grande Pirâmide com isso? Vejamos, hoje ela mede 149 (cento e quarenta e nove metros de altura), pois havia um grande cristal acima, completando seu vértice, o que lhe dá na realidade 150 (cento e cinqüenta) metros de altura.
Sabendo que os Altos Iniciados na ciência hermética daquele tempo sabiam mais do que nós hoje, vamos verificar por comparação, que da Terra ao Sol, temos 150 (cento e cinqüenta milhões) de quilômetros. Esse cálculo astronômico é moderno. Data dos primórdios do avanço da ciência no século XX. E agora, vamos considerar simples coincidência?
Há muito mais coisas de que não vamos poder tratar aqui, pois não estamos escrevendo um livro. Mas é preciso saber que o local dessas construções chamado Vale dos Reis, tem todas as suas construções simetricamente orientadas para certas constelações astrais como forma de demonstrar conhecimentos ocultos que só os iniciados podiam acessar.
Os primeiros pesquisadores da Grande Pirâmide, foram surpreendidos pelo fato de que em seu interior a temperatura é amena em todos os locais onde puderam chegar e que o ar transita por todos os locais como se fora uma central de ar condicionado. Uma engenharia de outro mundo. Hoje nossos edifícios são poluídos de ar condicionado por todo lado, pois nossa engenharia não conhece um sistema de circulação livre do ar, capaz de permitir uma temperatura estável e suportável em seus ambientes.
Verificaram também, que a sua estrutura interna preserva de odores odientos os animais que morrem lá dentro e em conseqüência mumificando-os automaticamente. Pesquisadores modernos das décadas de 70 e 80 do século passado, fizeram várias experiências com a pirâmide, com o fim de descobrir outros de seus segredos. Por exemplo: se você construir uma pequena pirâmide que seja a réplica proporcional da Grande Pirâmide, (pode ser apenas os quatro lados de alumínio com a base do mesmo material) e você pode ter algumas surpresas; a) plante em sua horta no mesmo dia, hora e solo da mesma espécie vários pés de feijão. Coloque ao lado dessa plantação uma pirâmide com feijão plantado em base. Verifique a progressão do nascimento dos feijões e você verificará que o feijão plantado debaixo da pirâmide vai evoluir e dar feijão na metade do tempo dos outros feijões: b) mate um animal qualquer, de preferência um que você sabe que vai feder bastante durante sua decomposição e coloque-o debaixo de sua pequena pirâmide. O que vai acontecer é que o tal animal não vai exalar nenhum cheiro e além disso vai secar e se tornar mumificado normalmente. C) Coloque uma gillete (daquelas antigas que hoje só os barbeiros usam para fazer a barca dos clientes), já bem usada debaixo da sua pirâmide e verificará que em pouco tempo, (média de 7 dias) ela estará totalmente restaurada. No tempo das primeiras experiências quando ainda se usava filme em máquina fotográfica, verificou-se que depois de usado, esse filme colocado debaixo da pequena pirâmide, estaria totalmente restaurado em 49 dias e pronto para ser novamente utilizado.
Verdade, mentira? Qualquer verdade que se possa tentar transmitir só poderá ser factualmente comprovada pela própria pessoa. Quer saber mesmo, tente!
Vou lhes contar agora uma história verdadeira, ela envolve a construção de uma pirâmide para servir de central tecnológica para a CEB-Companhia de Eletricidade de Brasília. Abaixo uma vista da construção referida.
Como vocês pode ver, essa construção tem dimensões compatíveis com as que foram construídas no antigo Egito. Pois bem, tal construção (que assisti passo a passo, pois a mesma fica no lado oposto da avenida onde eu trabalhava na época), teria que abrigar a central de computação da companhia.
Pois bem, para lá foram levados ditos computadores, daquele tipo antigo da IBM, grandes, pesados e difíceis de fixar. Local: térreo. Feitas todas as ligações e vistoriadas pelos competentes engenheiros, os computadores se recusaram a funcionar. Muda de lugar e nada. Outra vez e nada. Mais uma vez e já cançados os engenheiros jogaram a toalha e resolveram chamar um técnico diretamente da fábrica.
Sabichão, pernóstico como todo técnico norte americano, também nada conseguiu e luta continuava sem sucesso. Lá pelas tantas, um funcionário de categoria intermediária, achegou-se junto ao diretor daquela área da companhia e lhe disse no ouvido: chama alguém entendido em egiptologia que ele rapidamente faz funcionar esse computador.
O tal diretor, já desesperado, sorrateiramente começou a procurar o tal egiptologista, e não conhecendo nenhum, foi inteligente o suficiente para achar uma pessoa ligada a alguma Ordem Esotérica (daquelas que pululam aqui até os dias de hoje) que lhe forneceu algumas indicações que pudessem dar um resultado positivo.
Achado o tal egiptologista, o mesmo foi convencido a ir até a pirâmide da CEB para examinar a questão. Chegando lá, em primeiro lugar ele não ligou nadinha para o computador. Pediu as plantas de construção da pirâmide, fez alguns esboços, marcou onde estavam os computadores naquele esboço e disse: de fácil solução. Todos ficaram boquiabertos.
Daí ele mandou que posicionassem os computadores numa determinada área da pirâmide, exatamente na perpendicular da Câmara do Rei da Grande Pirâmide do Egito, no que foi imediatamente obedecido. Lá colocado mandou ligar e, EUREKA, a grande luz brilhou, e todos ficaram felizes para sempre. Esses computadores nunca deram defeito.
(segue na próxima semana)
Além de estar a Grande Pirâmide no centro geodésico da terra, a mesma encontra-se orientada para os pontos cardeais do planeta. É o verdadeiro divisor de terras e águas, pois, o Meridiano de Greenwich pelo qual nos orientamos na questão dos fusos horários foi arbitrariamente atribuído pela ciência da época, que nada sabia sobre a Grande Pirâmide. Isso nos leva também a atinar com o fato de que esses dados nos levam a crer que os egípcios sabiam que a terra não era plana e sim ovalada e que existiam outras terras e outros mares.
Vimos na primeira parte que a Grande Pirâmide é um monumento estupendo. Agora pasmem vocês. Lembremo-nos de que o povo egípcio antigo tinha o Sol como representante do Deus único na terra. E o que tem a Grande Pirâmide com isso? Vejamos, hoje ela mede 149 (cento e quarenta e nove metros de altura), pois havia um grande cristal acima, completando seu vértice, o que lhe dá na realidade 150 (cento e cinqüenta) metros de altura.
Sabendo que os Altos Iniciados na ciência hermética daquele tempo sabiam mais do que nós hoje, vamos verificar por comparação, que da Terra ao Sol, temos 150 (cento e cinqüenta milhões) de quilômetros. Esse cálculo astronômico é moderno. Data dos primórdios do avanço da ciência no século XX. E agora, vamos considerar simples coincidência?
Há muito mais coisas de que não vamos poder tratar aqui, pois não estamos escrevendo um livro. Mas é preciso saber que o local dessas construções chamado Vale dos Reis, tem todas as suas construções simetricamente orientadas para certas constelações astrais como forma de demonstrar conhecimentos ocultos que só os iniciados podiam acessar.
Os primeiros pesquisadores da Grande Pirâmide, foram surpreendidos pelo fato de que em seu interior a temperatura é amena em todos os locais onde puderam chegar e que o ar transita por todos os locais como se fora uma central de ar condicionado. Uma engenharia de outro mundo. Hoje nossos edifícios são poluídos de ar condicionado por todo lado, pois nossa engenharia não conhece um sistema de circulação livre do ar, capaz de permitir uma temperatura estável e suportável em seus ambientes.
Verificaram também, que a sua estrutura interna preserva de odores odientos os animais que morrem lá dentro e em conseqüência mumificando-os automaticamente. Pesquisadores modernos das décadas de 70 e 80 do século passado, fizeram várias experiências com a pirâmide, com o fim de descobrir outros de seus segredos. Por exemplo: se você construir uma pequena pirâmide que seja a réplica proporcional da Grande Pirâmide, (pode ser apenas os quatro lados de alumínio com a base do mesmo material) e você pode ter algumas surpresas; a) plante em sua horta no mesmo dia, hora e solo da mesma espécie vários pés de feijão. Coloque ao lado dessa plantação uma pirâmide com feijão plantado em base. Verifique a progressão do nascimento dos feijões e você verificará que o feijão plantado debaixo da pirâmide vai evoluir e dar feijão na metade do tempo dos outros feijões: b) mate um animal qualquer, de preferência um que você sabe que vai feder bastante durante sua decomposição e coloque-o debaixo de sua pequena pirâmide. O que vai acontecer é que o tal animal não vai exalar nenhum cheiro e além disso vai secar e se tornar mumificado normalmente. C) Coloque uma gillete (daquelas antigas que hoje só os barbeiros usam para fazer a barca dos clientes), já bem usada debaixo da sua pirâmide e verificará que em pouco tempo, (média de 7 dias) ela estará totalmente restaurada. No tempo das primeiras experiências quando ainda se usava filme em máquina fotográfica, verificou-se que depois de usado, esse filme colocado debaixo da pequena pirâmide, estaria totalmente restaurado em 49 dias e pronto para ser novamente utilizado.
Verdade, mentira? Qualquer verdade que se possa tentar transmitir só poderá ser factualmente comprovada pela própria pessoa. Quer saber mesmo, tente!
Vou lhes contar agora uma história verdadeira, ela envolve a construção de uma pirâmide para servir de central tecnológica para a CEB-Companhia de Eletricidade de Brasília. Abaixo uma vista da construção referida.
Como vocês pode ver, essa construção tem dimensões compatíveis com as que foram construídas no antigo Egito. Pois bem, tal construção (que assisti passo a passo, pois a mesma fica no lado oposto da avenida onde eu trabalhava na época), teria que abrigar a central de computação da companhia.
Pois bem, para lá foram levados ditos computadores, daquele tipo antigo da IBM, grandes, pesados e difíceis de fixar. Local: térreo. Feitas todas as ligações e vistoriadas pelos competentes engenheiros, os computadores se recusaram a funcionar. Muda de lugar e nada. Outra vez e nada. Mais uma vez e já cançados os engenheiros jogaram a toalha e resolveram chamar um técnico diretamente da fábrica.
Sabichão, pernóstico como todo técnico norte americano, também nada conseguiu e luta continuava sem sucesso. Lá pelas tantas, um funcionário de categoria intermediária, achegou-se junto ao diretor daquela área da companhia e lhe disse no ouvido: chama alguém entendido em egiptologia que ele rapidamente faz funcionar esse computador.
O tal diretor, já desesperado, sorrateiramente começou a procurar o tal egiptologista, e não conhecendo nenhum, foi inteligente o suficiente para achar uma pessoa ligada a alguma Ordem Esotérica (daquelas que pululam aqui até os dias de hoje) que lhe forneceu algumas indicações que pudessem dar um resultado positivo.
Achado o tal egiptologista, o mesmo foi convencido a ir até a pirâmide da CEB para examinar a questão. Chegando lá, em primeiro lugar ele não ligou nadinha para o computador. Pediu as plantas de construção da pirâmide, fez alguns esboços, marcou onde estavam os computadores naquele esboço e disse: de fácil solução. Todos ficaram boquiabertos.
Daí ele mandou que posicionassem os computadores numa determinada área da pirâmide, exatamente na perpendicular da Câmara do Rei da Grande Pirâmide do Egito, no que foi imediatamente obedecido. Lá colocado mandou ligar e, EUREKA, a grande luz brilhou, e todos ficaram felizes para sempre. Esses computadores nunca deram defeito.
(segue na próxima semana)
segunda-feira, 28 de março de 2011
MENSAGEM DAS 2ªS FEIRAS
OS ANTIGOS SABIAM MAIS DO QUE NÓS – Parte I
Pequena Introdução
A série de artigos que se inicia hoje, teve seu projeto formulado ha uns 2 (dois) anos atrás. É o seguinte: minha filha mais nova, Larissa, de profissão e atuação Arquiteta, me pediu para ler alguns livros sobre as civilizações antigas.
Satisfazendo seu desejo, coloquei em suas mãos alguns livros que lhe pudessem dar um panorama de quem eram os primeiros construtores e civilizadores do nosso planeta. Lido o segundo livro um dia ela me perguntou: pai porque o homem e toda a nossa civilização emburreceu tanto desde os tempos antigos até a nossa época? Respondi sem titubear: porque o ser humano vem paulatinamente se esquecendo das coisas sagradas. Aí ela me perguntou: como? E tudo que vem daqui para frente serve de resposta a qualquer questionamento nesse nível.
Até então, no Egito Antigo...
Prometo que por “antigos” não vou falar de povos anteriores aos Egípcios, construtores das Pirâmides e de seu vasto império de sabedoria. Lá pelos 1.400 (hum mil e quatrocentos anos) a.C., já uma civilização preponderava em conhecimento e sabedoria. Ao longo desse artigo, meus leitores acabarão descobrindo o verdadeiro significado de conhecimento e de sabedoria.
Todos nós nos lembramos da civilização egípcia por suas mega-construções: pirâmides, obeliscos, corredores de imagens, uso racional e proveitoso do rio Nilo, com suas cheias e vazões. Mas ninguém até hoje, que eu saiba, ninguém conseguiu desvendar o segredo de suas grandes construções de uma maneira cabal. Há muitas histórias, suposições e hipóteses que a meu ver nenhuma é conclusiva e sequer beirando a verdade.
O primeiro dos grandes enigmas com que nos defrontamos ao pesquisar aquele povo estranho e sábio é saber primeiro de onde vieram. O segundo é de que instâncias aprenderam tanto sobre construções, astronomia, astrologia, engenharia e esoterismo.
Para começo de conversa não tinham nenhum traço comum com os povos circundantes. Núbios, tinham tez escura, narizes aquilinos, testa média e lábios anormalmente normais para os povos daquelas cercanias. Possuíam uma escrita tríplice, ou seja, uma de conteúdo esotérico, outra de conteúdo científico e mais uma de conteúdo comum ou popular, segundo ficou evidenciado pela tradução da pedra de Roseta por Champonlion, ainda no século XIX,
Suas construções eram realmente faraônicas. Tanto em beleza, como em enigmas tais sua engenharia. As pirâmides eram armadas pedra sobre pedra, pesando cada uma 20 (vinte) toneladas, sobre uma argamassa base, que permitia a dilatação das mesmas numa diferença de 50º graus durante o dia, para 20º graus abaixo, durante a noite.
Mas onde estavam essas pedras tão bem trabalhadas e esmerilhadas, capazes de sustentar tais colossos?
Sabe-se historicamente que num raio de 2.000 (dois mil) quilômetros do local onde foram erguidas suas mega-construções não havia nenhuma pedreira. Resta, portanto, indagar: onde estavam essas pedreiras, como as pedras foram transportadas e trabalhadas na forma de um retângulo perfeito, com arestas perfeitamente alinhadas, permitindo assim o assentamento das construções. Além do mais, a altura que essas construções atingiram impressiona a qualquer um.
Quem se arriscaria a uma resposta sensata? Se você se considera sensato(a), responderá apenas que nada sabe a respeito, pois os egípcios não deixaram nada escrito que nos pudesse guiar para um saber efetivo.
Mas alguns fatos foram cientificamente descobertos. Primeiro: essas mega-construções estão no centro geodésico da terra, dividindo-a num efetivo meridiano. Estão posicionadas de acordo com algumas constelações estelares e marcam a direção do sol de leste para oeste.
Quando isolamos apenas uma de suas construções, a Grande Pirâmide, dela ressalta alguns dados. Sua quadratura de base, medida em côvados sagrados, que era a medida matemática deles à época, gerou para a matemática moderna, o famoso PI ou seja a medida de 3,141516.... usada hoje nos cálculos mais sofisticados. Tinham perfeito conhecimento do uso do vidro, pois relatos de viajantes da época nos informam que a Grande Pirâmide era toda espelhada e podia ser vista a 80 (oitenta) quilômetros de distância com o reflexo do sol.
Sabe-se que os egípcios “adoravam” o sol. Hoje sabe-se que essa adoração não era religiosa e sim cientifica porque eles sabiam que a energia solar, criava e mantinha a vida na terra. Isso é tanto verdade, que foi o Faraó Amenotep IV(ou Amenófis) da XVIII dinastia, (cerca de 1.350 anos a.C.), quem primeiro declarou e deixou escrito, que só existia um único Deus chamando-o de Amon-Ra. Portanto, temos que acabar com a falácia que os egípcios, pelo menos dessa época em diante fossem politeístas. Ademais o próprio faraó, à época fora admoestado pelos sacerdotes que não concordando com a sua declaração, iniciaram uma campanha contra ele. Isso nos leva, a saber, (por outros meios não aqui relatados) de que a nata da sociedade egípcia, formada pelos altos iniciados no esoterismo vigente já sabiam disso.
Por isso mesmo, ele resolveu mudar a capital do Egito de Tebas para Tell el Amarna, uma cidade que mandou construir no delta do Rio Nilo, e que por incrível que pareça tem uma arquitetura muito semelhante a de Brasília, o que levou os espíritas a denominar Juscelino Kubtischek como se fora uma reencarnação do dito Faraó. Mesmo assim, esses sacerdotes o alcançaram na nova capital, onde foi assassinado por eles.
Em 1982, o jornal americano New York Times fez uma enquête entre as maiores construtoras dos Estados Unidos, fazendo-lhes a seguinte pergunta: alguma de vocês tem hoje capacidade para reproduzir a Grande Pirâmide do Egito nos mesmos moldes, tamanho, as mesmas pedras com suas respectivas tonelagens e demais configurações? A resposta não demorou, pois as empresas que presumivelmente possuíam mais tecnologia de construções disseram que se lhes dessem 10 (dez) anos de prazo para modernização e criação de máquinas especiais, talvez elas conseguissem se sair bem nessa tarefa.
Acho que ainda hoje elas não possuem o que nunca tiveram. Não só tecnologia, mas, sobretudo conhecimento da Arquitetura Sagrada, que pudesse permitir a reprodução de obras de tamanho vulto.
(fim da primeira parte, segue na próxima semana).
Pequena Introdução
A série de artigos que se inicia hoje, teve seu projeto formulado ha uns 2 (dois) anos atrás. É o seguinte: minha filha mais nova, Larissa, de profissão e atuação Arquiteta, me pediu para ler alguns livros sobre as civilizações antigas.
Satisfazendo seu desejo, coloquei em suas mãos alguns livros que lhe pudessem dar um panorama de quem eram os primeiros construtores e civilizadores do nosso planeta. Lido o segundo livro um dia ela me perguntou: pai porque o homem e toda a nossa civilização emburreceu tanto desde os tempos antigos até a nossa época? Respondi sem titubear: porque o ser humano vem paulatinamente se esquecendo das coisas sagradas. Aí ela me perguntou: como? E tudo que vem daqui para frente serve de resposta a qualquer questionamento nesse nível.
Até então, no Egito Antigo...
Prometo que por “antigos” não vou falar de povos anteriores aos Egípcios, construtores das Pirâmides e de seu vasto império de sabedoria. Lá pelos 1.400 (hum mil e quatrocentos anos) a.C., já uma civilização preponderava em conhecimento e sabedoria. Ao longo desse artigo, meus leitores acabarão descobrindo o verdadeiro significado de conhecimento e de sabedoria.
Todos nós nos lembramos da civilização egípcia por suas mega-construções: pirâmides, obeliscos, corredores de imagens, uso racional e proveitoso do rio Nilo, com suas cheias e vazões. Mas ninguém até hoje, que eu saiba, ninguém conseguiu desvendar o segredo de suas grandes construções de uma maneira cabal. Há muitas histórias, suposições e hipóteses que a meu ver nenhuma é conclusiva e sequer beirando a verdade.
O primeiro dos grandes enigmas com que nos defrontamos ao pesquisar aquele povo estranho e sábio é saber primeiro de onde vieram. O segundo é de que instâncias aprenderam tanto sobre construções, astronomia, astrologia, engenharia e esoterismo.
Para começo de conversa não tinham nenhum traço comum com os povos circundantes. Núbios, tinham tez escura, narizes aquilinos, testa média e lábios anormalmente normais para os povos daquelas cercanias. Possuíam uma escrita tríplice, ou seja, uma de conteúdo esotérico, outra de conteúdo científico e mais uma de conteúdo comum ou popular, segundo ficou evidenciado pela tradução da pedra de Roseta por Champonlion, ainda no século XIX,
Suas construções eram realmente faraônicas. Tanto em beleza, como em enigmas tais sua engenharia. As pirâmides eram armadas pedra sobre pedra, pesando cada uma 20 (vinte) toneladas, sobre uma argamassa base, que permitia a dilatação das mesmas numa diferença de 50º graus durante o dia, para 20º graus abaixo, durante a noite.
Mas onde estavam essas pedras tão bem trabalhadas e esmerilhadas, capazes de sustentar tais colossos?
Sabe-se historicamente que num raio de 2.000 (dois mil) quilômetros do local onde foram erguidas suas mega-construções não havia nenhuma pedreira. Resta, portanto, indagar: onde estavam essas pedreiras, como as pedras foram transportadas e trabalhadas na forma de um retângulo perfeito, com arestas perfeitamente alinhadas, permitindo assim o assentamento das construções. Além do mais, a altura que essas construções atingiram impressiona a qualquer um.
Quem se arriscaria a uma resposta sensata? Se você se considera sensato(a), responderá apenas que nada sabe a respeito, pois os egípcios não deixaram nada escrito que nos pudesse guiar para um saber efetivo.
Mas alguns fatos foram cientificamente descobertos. Primeiro: essas mega-construções estão no centro geodésico da terra, dividindo-a num efetivo meridiano. Estão posicionadas de acordo com algumas constelações estelares e marcam a direção do sol de leste para oeste.
Quando isolamos apenas uma de suas construções, a Grande Pirâmide, dela ressalta alguns dados. Sua quadratura de base, medida em côvados sagrados, que era a medida matemática deles à época, gerou para a matemática moderna, o famoso PI ou seja a medida de 3,141516.... usada hoje nos cálculos mais sofisticados. Tinham perfeito conhecimento do uso do vidro, pois relatos de viajantes da época nos informam que a Grande Pirâmide era toda espelhada e podia ser vista a 80 (oitenta) quilômetros de distância com o reflexo do sol.
Sabe-se que os egípcios “adoravam” o sol. Hoje sabe-se que essa adoração não era religiosa e sim cientifica porque eles sabiam que a energia solar, criava e mantinha a vida na terra. Isso é tanto verdade, que foi o Faraó Amenotep IV(ou Amenófis) da XVIII dinastia, (cerca de 1.350 anos a.C.), quem primeiro declarou e deixou escrito, que só existia um único Deus chamando-o de Amon-Ra. Portanto, temos que acabar com a falácia que os egípcios, pelo menos dessa época em diante fossem politeístas. Ademais o próprio faraó, à época fora admoestado pelos sacerdotes que não concordando com a sua declaração, iniciaram uma campanha contra ele. Isso nos leva, a saber, (por outros meios não aqui relatados) de que a nata da sociedade egípcia, formada pelos altos iniciados no esoterismo vigente já sabiam disso.
Por isso mesmo, ele resolveu mudar a capital do Egito de Tebas para Tell el Amarna, uma cidade que mandou construir no delta do Rio Nilo, e que por incrível que pareça tem uma arquitetura muito semelhante a de Brasília, o que levou os espíritas a denominar Juscelino Kubtischek como se fora uma reencarnação do dito Faraó. Mesmo assim, esses sacerdotes o alcançaram na nova capital, onde foi assassinado por eles.
Em 1982, o jornal americano New York Times fez uma enquête entre as maiores construtoras dos Estados Unidos, fazendo-lhes a seguinte pergunta: alguma de vocês tem hoje capacidade para reproduzir a Grande Pirâmide do Egito nos mesmos moldes, tamanho, as mesmas pedras com suas respectivas tonelagens e demais configurações? A resposta não demorou, pois as empresas que presumivelmente possuíam mais tecnologia de construções disseram que se lhes dessem 10 (dez) anos de prazo para modernização e criação de máquinas especiais, talvez elas conseguissem se sair bem nessa tarefa.
Acho que ainda hoje elas não possuem o que nunca tiveram. Não só tecnologia, mas, sobretudo conhecimento da Arquitetura Sagrada, que pudesse permitir a reprodução de obras de tamanho vulto.
(fim da primeira parte, segue na próxima semana).
Assinar:
Postagens (Atom)
